08 / 08 / 2008Matéria tipos de parto

Em um programa especial de dias das mães, o programa “Hoje em dia” apresentou uma matéria muito interessante sobre os tipos de parto e mais que isso, mostra os benefé­cios do parto normal ou parto vaginal sobre a cesárea.

O maior motivo para a não realização do parto normal é a desinformação aponta o especialista entrevistado nessa matéria, tem muita gente que não sabia que ainda é feito esse tipo de parto.

O mais legal da matéria são os depoimentos das mães sobre a experiência do parto normal e os diferentes tipos como parto no chuveiro e parto dentro da água. Fora também o depoimento de uma mulher que diz que a sensação na hora do nascimento foi mais forte que a vivida em um orgasmo, no vé­deo ainda é tem uma explicação do porquê dessas sensações e muito mais. Vale é  pena conferir!

08 / 08 / 2008Tipos de parto

Decidir por um tipo de parto não é nada fácil. A maioria das mães tem medo do resultado e decide escolher aquele que traga menor risco. Claro que existem diversos fatores a serem analisados, como as condições fé­sicas e psicológicas da mãe, o conforto para a mãe e o bebê, os problemas que podem acontecer devido ao uso da anestesia e a recuperação pós-parto. Nesse caso, ouvir a opinião médica é fundamental. Ainda assim, as alternativas são as mais variadas. Que tal conhecer algumas delas?

Parto normal – À o método mais aconselhado pelos médicos, porém exige que a mãe se prepare desde o pré-natal, porque é cansativo e dá uma trabalheira danada. Para que ele aconteça, é preciso que a mãe apresente contrações e dilatação do colo do útero. Com exercé­cios de respiração e muita, mas muita força, o bebê não demora a sair. é€s vezes, no entanto, ele precisa de uma ajuda para vir ao mundo. Quando a mãe está cansada ou o bebê não sai de jeito nenhum, o médico faz um corte em um dos lados da vagina para auxiliar no processo de expulsão. “Enquanto a cesariana apresenta alguns riscos, como infecções, abscessos e acidentes anestésicos, o parto normal corre mais tranquilamente. Além disso, a recuperação no pós-parto é muito mais rápida e a mulher pode voltar logo é s suas atividades”, compara a ginecologista Sonia Valentim.

Cesárea – Essa, apesar de ser totalmente cirúrgica, é a modalidade preferida pelas gestantes – até 90% dos partos realizados nas maternidades brasileiras são cesarianas! A cesárea é muito criticada por alguns médicos, porque pode trazer consequências para o bebê, como dificuldades respiratórias, ou resultar em infecção hospitalar. No entanto, as mães a escolhem pela rapidez do parto – cerca de meia hora – e pelo uso de anestesia, que diminui as dores. “Hoje em dia as pessoas preferem uma forma mais rápida de resolver a situação, sem a incerteza do decurso do parto e ainda com a possibilidade de escolher datas e horas, desde que as circunsté¢ncias permitam isso. Se a paciente estiver fé­sica e psiquicamente preparada para a cirurgia, não vejo a cesárea como um malefé­cio”, opina o Dr. Ricardo Bruno, do Instituto de Ginecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Na cesárea, a mãe recebe anestesia peridural e depois se deita de costas. Seus braços são presos a suportes laterais e uma tela é colocada é  sua frente, para que ela não possa ver nada durante a cirurgia. Depois, o médico faz um corte de 15 a 20 centé­metros, em várias camadas, até chegar ao colo do útero. Para ajudar na saé­da do bebê pelo corte, um auxiliar empurra a barriga para cima. Assim que o bebê sai, é apresentado é  mãe e levado para a sala de pediatria neonatal. A mãe é sedada logo após o fechamento do corte e ainda permanece em observação por algumas horas, antes de poder ver novamente o nenê.

Parto com fórceps alto – O instrumento, em forma de duas colheres metálicas, era usado em momentos complicados do parto, para puxar o bebê para fora. Como as colheres se encaixavam na cabeça da criança, poderia haver danos irreversé­veis. E a mãe, obviamente, saé­a da sala de parto traumatizada. Hoje, o mais usado é o fórceps de alé­vio, que pega o bebê quando ele já está mais baixo no canal de parto – ainda assim só em casos onde não há outra solução. A utilização, segundo a Dra. Sonia Valentim, é mais indicada para os casos de pacientes com pneumopatias ou cardiopatias, entre outros problemas de saúde.

Parto Leboyer – Criado por um médico francês, esse tipo de parto é parecido com o parto normal, só que bem mais zen, com trilha sonora e tudo. “O ambiente deve ser calmo, com uma boa música de fundo, de preferência clássica, com apagamento de todas as luzes da sala, exceto o foco de iluminação do obstetra”, descreve o Dr. Ricardo. O marido, ao invés de ficar do lado de fora assistindo, também pode participar.

Parto na água – Já pensou em passar pelo trabalho de parto em uma confortável banheira de água quente? Pois é. Esse tipo de parto é pouco praticado no Brasil, mas tem seu lado bom, como o conforto e o relaxamento propiciados é  mãe. Estudos cienté­ficos já comprovaram que a água quente ajuda a aliviar a tensão e as dores. No entanto, há quem não veja vantagens, como o Dr. Ricardo. “Acho uma situação um tanto quanto confusa para uma boa assistência do obstetra”, comenta.

Parto de cócoras – À baseado no parto indé­gena, mas sem precisar ficar no chão da maternidade. Para expulsar o bebê, a mulher fica de cócoras, instalada em uma cadeira especial. Nesse caso, a gravidade dá uma forcinha extra, ajudando na saé­da da criança e diminuindo as dores. A liberdade de movimento é maior e ainda evita a compressão de alguns vasos sangué­neos, que acontece em partos deitados. “Os adeptos das formas naturais de parto gostam muito dessa tática. À uma tentativa de tornar o trabalho menos doloroso, sem tensão. Embora muita gente o elogie pela integração marido-paciente-feto na hora da expulsão, eu, particularmente, não vejo vantagem alguma”, comenta a Dra. Sonia.

Parto natural – Acredite se quiser: em pleno século 21, há pessoas que ainda preferem ter nenê é  moda antiga, parindo em casa, sem anestesia e sem intervenção médica. Segundo o Dr. Ricardo, apesar do conforto proporcionado pela própria casa, pode ser arriscado. “Não vejo vantagem alguma nesse tipo de parto. Querer fazer um parto como antigamente é um absurdo, pois naquela época também se morria muito em casa. Se mesmo com recursos hospitalares disponé­veis ainda perdemos alguns recém-nascidos e algumas mães, imagine o que aconteceria se não os utilizássemos”, diz. A Dra. Sonia Valentim concorda. “Os riscos de complicações e infecções são enormes, assim como os de paralisia cerebral e morte fetal. Então, para quê correr riscos desnecessários?”, questiona.

Anestesia

Na maioria das vezes, a mãe pode escolher qual anestesia quer tomar. No parto normal, pode optar entre a peridural e a local, enquanto na cesárea a escolha fica entre a peridural e a raquianestesia com agulha fina. Só que, assim como em toda ocasião em que se usa anestesia, pode haver complicações. “Elas podem ser maiores na cesárea, devido é  maior exposição aos agentes anestésicos”, comenta o Dr. Ricardo Bruno. E entre essas complicações, segundo a Dra. Sonia Valentim, estão cefaléia, diminuição da pressão arterial e da atividade uterina. “Podem acontecer, também, casos mais sérios, como taquicardias ou paradas cardio-respiratórias”, destaca.

Pós-parto

O pós-parto, geralmente, é tranquilo para todos os casos, mas a cesárea exige mais cuidados. Enquanto mães que fizeram partos sem cirurgia saem do hospital em até 24 horas, as que realizaram cesariana precisam de pelo menos 48 horas de observação. As atividades fé­sicas de quem fez parto normal podem ser retomadas em duas semanas, enquanto quem passou pela cesariana precisa esperar um mês.

Mas afinal, para nossos entrevistados, qual é o melhor tipo de parto? “Nesse ponto eu me considero clássico. Normal ou cesárea, com a assistência de uma boa e completa equipe médica, transcorrido em uma boa maternidade, com UTI neonatal e todo aparato disponé­vel para resolver qualquer problema que possa advir”, afirma o Dr. Ricardo. Já a Dra. Sonia Valentim diz que a decisão é da mãe. “Sempre digo é s minhas pacientes: o que for melhor para o bebê”.

Recentes pesquisas já comprovaram que o excesso de peso durante a gravidez aumenta a probabilidade de as mulheres se tornarem obesas no futuro, caso não consigam emagrecer logo após o parto. Para as jovens mães, que se preocupam com a boa forma – sem deixar de lado a qualidade de vida do bebê – o Vigilantes do Peso elaborou o programa “Amamentando”, que promove o emagrecimento saudável, com perda de peso gradual.

Sem prejudicar a produção de leite nem comprometer a saúde da mãe e o bem-estar do seu filho, o programa ajuda a aumentar a ingestão de alimentos que auxiliam na produção do leite, na hidratação de todo o organismo e no processo de emagrecimento. Para seguir as orientações, as mulheres devem passar por uma avaliação com o próprio médico.

À necessário que as mamães tenham uma alimentação diária equilibrada. Fibras, proteé­nas, carboidratos e gorduras saudáveis, na quantidade ideal para nutrir-se e emagrecer, devem estar presente nas refeições. Confira algumas regras que vão ajudar as jovens mães a assegurar a saúde e o bem-estar do bebês, além de eliminar os quilos conquistados durante a gravidez.

  • Escolher sempre os alimentos mais nutritivos como os integrais e as carnes magras para assegurar a contribuição de carboidratos e proteé­nas de boa qualidade;
  • Tomar três copos de leite por dia para obter a proteé­na e o cálcio necessários;
  • Consumir no mé­nimo oito porções de legumes e frutas por dia para obter as vitaminas e os minerais importantes;
  • Consumir de duas a três porções de óleo saudável por dia para obter a vitamina E necessária;
  • Beber no mé­nimo seis copos de água por dia para manter a pele hidratada, além de auxiliar na produção de leite;
  • Evitar o consumo de alimentos gordurosos, picantes e salgados.

Fonte:Paraná-Online
Link: http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=343117&caderno=

Deixo claro aqui a minha preferência pelo parto normal, ou parto vaginal como preferir. Claro que na hora do parto não serei eu que sentirei todas as dores e contrações, mas se pudesse com certeza eu gostaria de poder dividir tudo com a minha parceira nesse momento. Enfim, existem também os casos que partos por cesáriana são necessários por qualquer risco ou complicação que possa ter a gradidez.

Mas para frente farei um post sobre o assunto “tipos de partos”. Talvez com a pesquisa eu encontre mais pontos positivos sobre o parto vaginal. Por enquanto segue a pesquisa onde mostra que crianças nascidas por cesárea têm um maior risco de ter rinoconjuntivite alérgica do que aquelas nascidas de parto vaginal.

A composição da flora intestinal de crianças jovens, se não for favorável, pode aumentar a susceptibilidade a doenças alérgicas. Bactérias intestinais benéficas, originadas do trato genital materno, são transferidas para os bebês durante a passagem pelo canal do parto em um parto vaginal, mas não durante cesáreas. Essas bactérias estimulam o sistema imune do bebê.

Com o objetivo de determinar se crianças nascidas de cesariana têm um risco diferente de desenvolver doenças alérgicas, quando comparadas é quelas nascidas de parto vaginal, foi realizado um estudo retrospectivo de coorte com 8.953 crianças – idade entre 3 e 10 anos. Este estudo foi publicado na revista Clinical and Experimental Allergy deste mês.

Crianças com diagnóstico de rinoconjuntivite alérgica, asma, dermatite atópica ou alergia a alimentos foram identificadas por prontuários eletré´nicos na Kaiser Permanente Northwest Region, uma organização sem fins lucrativos. Sexo, idade, peso ao nascimento, ordem de nascimento na famé­lia e exposição pós-natal a antibióticos das crianças; assim como idade, etnia, escolaridade, estado civil, se fumou ou não durante a gestação e uso de medicamentos para rinite sazonal ou asma pelas mães foram identificados através de registros médicos das mães ou pelo registro de nascimento em Oregon.

Os resultados da pesquisa mostraram que crianças nascidas de cesárea têm um maior risco de ter rinoconjuntivite alérgica do que aquelas nascidas de parto vaginal. Assim como um risco 20% maior de ter um diagnóstico subsequente de asma, sendo esta associação só observada para crianças do sexo feminino. Não houve associação significativa entre o tipo de parto e a dermatite atópica.

Fonte: Clinical and Experimental Allergy

06 / 08 / 2008Métodos contraceptivos

Hoje em dia existem diversos métodos para se evitar uma gravidez, consertar seu aparelho televisor é apenas mais uma delas como podemos ver na imagem ao lado.

Acredito que antes de ter um filho (a), primeiro é preciso querer. Não que eu seja a favor do aborto, não tenho ainda nem uma opnião formada sobre isso mas se não é a hora melhor evitar, e para isso que existem os táis “Métodos Contraceptivos”.

Para quem não quer gastar dinheiro consetando o aparelho televisor, ou acredita que esse método não te traga muito prazer, existem diversos outros que podem valer mais a pena.

Segue abaixo uma explicação resumida sobre os métodos mais útilizados e uma tabela que ilustra é  taxa de eficiência de cada um deles.

O que é contracepção?

A contracepção (controle da natalidade) é o termo usado para a prevenção da gravidez. Existem muitas formas de prevenção é  gravidez.

Algumas são muito mais eficientes que outras, que vão desde o uso de medicamentos hormonais, dispositivos anticoncepcionais (barreiras), peré­odos de abstinência sexual, e até cirurgia. A seguir serão informados alguns procedimentos básicos sobre estes vários métodos que poderão ajudar na escolha de qual método é melhor para você e seu estilo de vida.

Lembre-se de ponderar que o método que escolher deverá protegê-lo também de doenças sexualmente transmissé­veis. é€s vezes terá que usar mais de um método para prevenir gravidez e doenças.

O preservativo masculino de látex e o preservativo feminino de poliuretano são os melhores métodos de proteção atualmente disponé­veis contra doenças sexualmente transmissé­veis.

Eles são a única forma de reduzir o risco de ser infectado durante o ato sexual com o HIV, o vé­rus que causa AIDS. Os métodos anticoncepcionais nos quais são usados hormé´nios, tabelas baseadas no ciclo menstrual, e coito interrompido não dão qualquer proteção contra doenças.

Quais são os métodos diferentes de contracepção?

Medicamentos Hormonais

Pé­lulas contraceptivas (preservativos orais), Norplant, e Depo-Provera contém formas sintéticas dos hormé´nios progesterona e/ou estrogênio que impedem os ovários de uma mulher de liberarem um óvulo todo mês. Eles também espessam o muco cervical, que então age como uma barreira para o espermatozóide.

Uma mulher toma pé­lulas anticoncepcionais de acordo com um horário diário prescrito pelo médico. Depo-Provera é administrado através de uma injeção e evita gravidez por 3 meses. Norplant é um conjunto de cápsulas pequenas, finas, flexé­veis que são colocados sob a pele do braço da mulher e evita gravidez por até 5 anos, peré­odo permitido de permanência dos implantes no local.

Todas estas formas hormonais de controle da natalidade exigem visitas ao médico para prévia prescrição, injeção, ou introdução das cápsulas.

Dispositivos Anticoncepcionais

A maioria dos dispositivos anticoncepcionais formam barreiras fé­sicas ou qué­micas que impedem que o espermatozóide adentre o útero da mulher.

O preservativo masculino é um tubo de material fino (borracha de látex) que é rolado sobre o pênis ereto antes do contato do pênis com os órgãos genitais femininos. O preservativo masculino fornece a melhor proteção contra doenças sexualmente transmissé­veis, inclusive o HIV.

O preservativo feminino é uma bolsa de 17 centé­metros de comprimento de poliuretano com dois anéis flexé­veis que é inserido na vagina antes da relação sexual. Ele cobre a cérvice, vagina, e a área em torno da vagina. Como o preservativo de látex masculino, o preservativo feminino fornece proteção contra algumas doenças sexualmente transmissé­veis, inclusive o HIV.

Os espermicidas são substé¢ncias qué­micas de destruição de espermatozóide e que estão disponé­veis nas formas de espuma, geléia, tabletes, supositórios vaginais, ou creme. São inseridos na vagina nos 30 minutos que antecedem a relação sexual e não devem ser usados isoladamente se quiser maior segurança, pois alguns, apesar de protegerem contra vé­rus, não protegem contra doenças sexualmente transmissé­veis (DSTs).

Os preservativos e espermicidas podem ser comprados em drogarias e supermercados sem uma prescrição médica.

O diafragma é uma cúpula de borracha macia estirada acima de um anel flexé­vel. Não mais do que 3 horas antes da relação sexual, o diafragma deve ser preenchido com uma geléia ou creme espermicida e inserido na vagina e acima da cérvice (cérvice ou colo é a abertura do útero).

O capuz cervical é feito de borracha de látex ou plástico e tem o formato de uma xé­cara. À menor e mais ré­gido que o diafragma. Não mais do que 24 horas antes da relação sexual, o capuz deve ser preenchido com uma geléia ou creme espermicida e inserido na vagina e acima da cérvice.

O dispositivo intra-uterino (DIU) é feito de material plástico pequeno contendo cobre ou hormé´nios. Em vez de impedir a entrada do espermatozóide no útero, o DIU muda o ambiente fé­sico da área reprodutiva, o que impede o óvulo de ser fertilizado ou implantando no útero. O DIU é inserido no útero por um profissional médico. Dependendo do material, este pode permanecer alojado por 1 a 10 anos antes de precisar ser substitué­do.

O diafragma e capuz cervicais exigem revisão médica periódica. O DIU exige que a inserção e remoção sejam feitas por um médico.

Planejamento familiar natural e o Coito interrompido

Os métodos naturais de planejamento familiar, mais comumente conhecido como método da tabela, não dependem de quaisquer dispositivos ou drogas. Para prevenir gravidez utilizando este método, relações sexuais devem ser evitadas por mais ou menos de 7 a 10 dias durante cada ciclo menstrual. Para saber quando é mais seguro manter relações sexuais, a temperatura corporal e as mudanças no muco cervical precisam ser registradas diariamente.

O método do coito interrompido implica na retirada do pênis do interior da vagina antes que haja ejaculação. Pode haver depósito acidental de espermatozóides no interior da vagina antes ou durante a retirada do pênis, o que torna este método inseguro.

Esterilização

A esterilização é a interrupção cirúrgica do canal por onde são conduzidos normalmente o espermatozóide ou óvulos.

Em uma vasectomia o cirurgião corta e interdita os tubos que conduziriam os espermatozóides. A esterilização feminina envolve a interdição das trompas de Falópio, que levam os óvulos dos ovários até o útero.

Como os vários métodos previnem gravidez?

O quadro seguinte mostra porcentagens té­picas em que os métodos contraceptivos falharam. A taxa é baseada no resultado do número de gravidez esperada por 100 mulheres durante 1 ano em que foi usado determinado método. Estas porcentagens variam a depender de como e com qual frequência cada método foi seguido. O uso combinado de mais de um método pode diminuir as chances de que haja falha.


(Nova Iorque: Irvington Publishers, Inc., 1994). Mesa 5-2. Adaptada com permissão.

Como é evidente, além da esterilização,os medicamentos hormonais e o DIU são os métodos mais eficientes de contracepção. Porém, o diafragma e o capuz cervical podem ser quase tão confiáveis se forem corretamente usados.

Os métodos menos confiáveis são o uso isolado de espermicida, planejamento com base no ciclo menstrual (“tabela”), coito interrompido, e preservativo feminino.

Desenvolvido por Phyllis G.Cooper, R.N., M.N., e Sistemas de Referências Clé­nicas.
Copyright 1998 Sistemas de Referências Clé­nicas.

Fonte: UOL Boa Saúde

Como já disse no post de apresentação, ter um filho (a) não é brincadeira, se não for algo planejado (e por enquanto não é mesmo) pode vir a trazer diversos problemas que envolvem desde a famé­lia, até trabalho e estudos. Por isso enquanto esses planos ainda não estão amadurecidos é necessário se tomar certas precauções na hora daquela pegação mais forte ou mais precisamente na hora do “sexo” ou “fornicamento” ou também “coito” ou para os apaixonados na hora de fazer “amor”.


Cena do filme “Ligeiramente Grávidos”, mulher bonita engravido de um zé qualquer… Bêbados claro!

Pensando nisso resolvi fazer uma lista das principais causas que levam a uma gravidez indesejada:

  1. Transar sem camisinha: Bom acho que não preciso dizer muita coisa, se você e sua parceira (o) não gostam de usar camisinha e já procurem por outros métodos contraceptivos, mas a camisinha ainda é o principal método de prevencão tanto de uma gravidez indesejada, quanto de DST (doenças sexualmente transmissé­veis).

  2. Bebida: Quando eu digo bebida eu quero dizer o consumo abusivo de álcool, mais precisamente estar completamente bebabo na hora do ato sexual, não preciso nem falar nada quase, quando se ingere uma grande quantidade de álcool, você pessoa bêbada tem por finalidade principal fazer merda. Então com 99% de chances de quando for transar com álguem a última coisa que ira se lembrar é se usou ou não camisinha. Aé­ meu amigo, é começar a comprar fraudas. Claro não preciso nem dizer que as chances de você fazer isso com uma mulher que parece a Conga ou com um homem que lembra muito uma mulher são absurdas.

  3. Coito interrompido: Ou interromper a penetração antes da ejaculação, ou seja também, é hora de interromper seus planos e começar a comprar fraudas. Com certeza que em 90% dos casos isso não deve funcionar nem um pouco, pois vejam bem o homem antes mesmo de ejacular já solta um liquido pré-ejaculatório que ajuda na lubrificação e tudo mais, pois bem, esse liquido contém semem e isso quer dizer que mesmo se você consiga retirar seu pênis antes de ejacular há muitas chances de pelo menos um espermatozóide ter conseguido chegar a sua cé¢mara de crescimento acelerado.

  4. Ansiedade: Quando se está ansioso para se fazer alguma coisa, ainda mais se essa coisa for ter a primeira relação sexual. A percepção sobre o mundo e as coisas devem ir lá para baixo e sua capacidade de fazer merda vai lá pra cima. Por isso muitas vezes a inexperiência ou o nervosismo podem atrapalhar na hora de colocar o preservativo ou mesmo colocar 2 ou mais na esperança de um resultado ainda maior.

  5. Passar Coca-Cola apos o ato sexual: À sério, o pior é que tem gente que ainda acredita nisso, eu também queria acreditar a final até então Coca-Cola era o lé­quido milagroso que tudo pode e tudo faz. Mas não para esses meios já ouvi casos naquelas fitas sobre educação sexual onde apos a relação a garota tentava afogar os espermatozóides com Coca-Cola.

  6. Transar de pé: Infelizmente os espermatozóides conseguem nadar contra a maré. Se eles estiverem em contato com algum tipo de liquido que possa facilitar sua locomoção já é mais que suficiente para ele ir a qualquer lugar. E com certeza ele sabe onde quer chegar.

  7. Achar que com você não vai acontecer: O simples fato de você achar qualquer coisa já quer dizer que tem uma boa chance de acontecer, se você achar que só dessa vez não terá problema algum, pois será então dessa vez que você pode por tudo por água abaixo.

Talvez em um próximo post eu traga também um gráfico mostrando a porcentagem com que essas coisas acontecem, para que possamos ver que apesar das piadas isso não é brincadeira. Comentem mais sobre as possé­veis causas de uma gravidez indesejada.

E no proximo post falarei sobre os métodos contraceptivos que ajudam a prevenir esse tipo de situação.


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